domingo, 2 de fevereiro de 2014

A Gratidão

Quando se tem amor por alguém, de qualquer natureza que seja, não se espera qualquer tipo de pedido. 
Porque quem ama é atento aos desejos e necessidades de todos os tamanhos.
Quem ama tem a sensibilidade para surpreender e encantar as relações humanas com atitudes generosas.

E assim surge a gratidão: da acolhida a esses atos voluntários e despretensiosos.
Porque alguém fez por você ou pelos seus o que podia. Fez porque quis fazer.
Sem que houvesse expectativa, sem que houvesse exigência.
Sem esperar nenhuma retribuição.

Quem experimenta o sentimento de gratidão levanta uma bandeira e torna-se fã de carteirinha.
Mas quem ganhou a gratidão não exige reconhecimento nem quer recompensa.
Se for de outra forma, menos merecedor se torna.

Na vida experimentamos muitos sentimentos nas relações interpessoais.
Mas não existe nenhum pior do que a ingratidão.
Porque o ódio passa. A vingança se consome.
Mas a ingratidão é insensível e indiferente.
A ingratidão alimenta-se de si mesmo e não gera qualquer fruto.

Por outro lado, quem merece a gratidão jamais receberá pagamento à altura do seu coração.
É na vida, com atos iguais, que mudamos o mundo ao nosso redor.
Conquistando também a gratidão e permeando o mundo de boas ações.

Para quem busca recompensas por seus atos, o preço será sempre baixo.
Mas quem promove ações de ajuda despretensiosa será sempre e muito estimado.
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